Nome latino: Eugenia Caryophyllata
Parte da planta utilizada: folhas
Origem: Madagáscar
Método de extração: destilação a vapor
O óleo de cravo-da-índia é geralmente extraído por destilação a vapor das folhas, do caule e dos rebentos da árvore Eugenia caryophyllata, nativa da Indonésia e das ilhas de Malaca. Este é um óleo potente com um aroma quente, forte e picante e deve ser usado muito diluído e com muito cuidado na aromaterapia.
O óleo essencial de cravo pode ser usado para curar ou aliviar acne, hematomas, cortes e queimaduras, feridas nas pernas e como analgésico para reumatismo e artrite. Diz-se que também é benéfico para o sistema digestivo, uma vez que ajuda a combater vómitos, diarreia, flatulência, espasmos e parasitas. É considerado valioso para aliviar
problemas respiratórios como bronquite, asma e tuberculose. Na aromaterapia, este óleo essencial estimula a mente e atua como afrodisíaco. Elimina o esgotamento mental e a fadiga, e induz o sono em pessoas com insónia.
Os cravos eram popularmente utilizados na Índia e na China antigas. Acredita-se que a medicina chinesa antiga utilizasse cravos para tratar indigestão, diarreia, hérnia, pé de atleta e infeções fúngicas. Tem sido utilizado para tratar úlceras bucais, dores de dentes e como refrescante do hálito desde a antiguidade nestes países. Foi uma das primeiras especiarias a ser comercializada. Diz-se que os comerciantes árabes introduziram o cravo na Europa durante os dias do Império Romano.